Karina Buhr no Recife

Cantora celebra o auge com show vibrante em Recife

Entrevista: Into The Void

Em entrevista ao Metropolis Music, os americanos do Into The Void falam sobre seu novo álbum, a cena Metal da região, o processo de criação de seus clipes e muito mais

Pérola perdida

Funk, Prog e Jazz com os africanos do Demon Fuzz

Band of Skulls

"Sweet Sour apresenta o trio ainda mais flexível, partindo de canções puramente densas à composições com toda a sutileza do folk."

Leonard Cohen

"As velhas ideias deste senhor ainda são muito superiores à várias novas sensações do cenário musical."

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domingo, 17 de junho de 2012

Orphaned Land: Matti Svatizky deixa a banda


O guitarrista da banda israelense Orphaned Land, Marri Svatizky, declarou recentemente que saiu do grupo. Segue abaixo uma nota publicada por Matti:

"Para todos os fãs de ORPHANED LAND, a partir deste momento não faço mais parte da banda. Tivemos ótimos anos juntos e eu acho que as nossas conquistas foram além do apenas musical. No entanto, é hora de seguir em frente com a minha vida. Existem problemas tanto no nível pessoal como no profissional que levaram a tomar esta decisão, que não tem sido fácil, e tenho plena certeza que ela vai trazer muitas coisas positivas no futuro. Desejo à banda, muitos anos fecundos de criação e alegria e desejo que vocês, fãs, tenham muitos anos de diversão com ORPHANED LAND e, quem sabe, talvez nos encontremos novamente algum dia, desta forma ou de outra. Por sempre ORPHANED..."

A banda também publicou uma nota em seu site oficial: "Como você pode resumir duas décadas com um irmão e um parceiro? A resposta é simples: Não pode. Matti está profundamente imerso na história de ORPHANED LAND e sua singularidade certamente deixará saudades. O que podemos fazer é respeitar a sua decisão e desejar-lhe o melhor que o futuro possa oferecer. ORPHANED LAND sempre foi um lar de amigos e ele sempre terá um lugar aqui. Por sempre ORPHANED, querido irmão!”

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Orphaned Land e Exciter confirmados no Metal Open Air


Press release:


A Negri Concerts, em parceria com a CKConcerts e Lamparina Produções anuncia mais duas atrações internacionais no METAL OPEN AIR: os canadenses do EXCITER voltam aos país para o festival e os israelitas do ORPHANED LAND, em apresentação única e inédita.

Várias atrações já foram confirmadas: dois dos Big Four, Megadeth e Anthrax prometem fechar dois dos dias do festival em grande estilo, Blind Guardian, Grave Digger, Venom, Saxon, Dio Disciples, Symphony X, U.D.O., Obituary, Exodus, Destruction, OTEP, Legion of the Damned, Fear Factory e Anvil além das nacionais Matanza, Motorocker, Andre Matos, Almah, Stress, Shadowside, Korzus, Dark Avenger, Torture Squad, Shaman, Drowned, Unearthly, Attomica, Hangar, Terra Prima, Semblant, Obskure, Headhunter D.C. e Expose Your Hate. Ainda há bandas nacionais e internacionais participantes doMETAL OPEN AIR a serem anunciadas em breve.

Os ingressos já estão à venda no site da Ticket Brasil (www.ticketbrasil.com.br) e no site do METAL OPEN AIR (www.metalopenair.com).

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Orphaned Land: trailers e informações sobre o novo DVD


"The Road To OR-Shalem", o primeiro DVD dos israelenses do Orphaned Land, será lançado em 13 de Outubro via Century Media Records. O trabalho conterá mais de duas horas de show, gravadas em Tel Aviv em Dezembro de 2010, além de um DVD bonûs com performances ao vivo extras, um documentário e vídeo-clipes.

Kobi Farhi, vocalista e líder da banda, fez o seguinte comentário sobre o DVD:

"Nosso show mostra que a música é a arma mais forte do mundo.

"Nosso sucesso através de composições não é algo que pode ser medido através de meios tradicionais políticos ou religiosos.

"Aprendemos por estar no Orphaned Land que as pessoas podem ter diferentes bandeiras, sinais e símbolos, mas quando a música toca só há uma bandeira que captura seus corações. É a bandeira de esperança, coragem, amizade e fraternidade; a bandeira de luz. Estamos convertendo inimigos de sangue para amigos através do poder de cura da música."
 

O tracklist de "The Road To OR-Shalem" é o seguinte:

DVD I:
01. Halo Dies
02. Birth Of The Three
03. Olat Hatamid
04. The Kiss Of Babylon
05. A Never Ending Way
06. Disciples Of The Sacred II
07. Bereft In The Abyss
08. The Storm Still Rages Inside
09. Sapari
10. From Broken Vessels
11. Ocean Land
12. M I?
13. New Jerusalem
14. Vayehi Or
15. The Warrior
16. Baraka
17. Codeword: uprising
18. El Meod Na'ala
19. In Thy Never Ending Way
20. The Beloveds Cry
21. Norra El Norra
22. Ornaments Of Gold
DVD II:
01. Bakapaim (com Yehuda Poliker)
02. Halom Layam Hatihon (com Yehuda Poliker)
03. The Path Part 1 – Treading Through Darkness (solo de bateria e percussão)
04. Seasons Unite
05. Thee By The Father I Pray

* Documentário - "Vayehi Or"
* Vídeos - "Sapari", "Norra El Norra", "Ocean Land"
* Slideshow/Fotos da banda


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Os Melhores Discos de 2010 - Parte 4

Finalmente chegamos no final de 2010, ano que ao meu ver foi um muito positivo para a música em termos de lançamentos. Tivemos bandas clássicas retornando com novos álbuns e o Brasil mostrando que entrou de vez na rota dos grandes shows. Infelizmente o ano também foi marcado por notícias ruins como a morte de Ronnie James Dio e bandas como o Scorpions anunciaram o fim de suas atividades, nos fazendo lembrar que tudo um dia chega ao fim. Por outro lado, novas bandas surgiram e mostraram que sim, a música ainda está em boas mãos.

Como só há lugar para 10 discos, alguns bons lançamentos tiveram que ficar de fora da lista, o mais difícil nessas horas era escolher quem tirar da lista. No fim das contas acredito que consegui selecionar os 10 lançamentos que mais me agradaram ao longo do ano. Sem mais enrolações, vamos ao que interessa:

Lista por Pedro Kirsten.

10º) Marrow of the Spirit - Agalloch
 A longa espera para este lançamento valeu a pena. Novamente a banda de Black Metal, Agalloch, conseguiu surpeender, incorporando novamente elementos do Doom e Folk Metal e ainda encontrando espaço para belas passagens acústicas e de violoncelos. Instrumental excelente. A capa resume bem o clima presente no álbum mesmo em seus momentos mais leves: sombrio e enigmático.
 
9º) The Seraphic Clockwork - Vanden Plas
Metal Progressivo com tudo que se tem direito. O Vanden Plas prova que continua sendo uma das bandas que mais interessam no estilo em um dos melhores álbuns de sua carreira. "The Seraphic Clockwork" mostra que os músicos nada deixam a desejar, tanto no quesito técnica quanto em capacidade musical.

8º) Black Country - Black Country Communion
Glenn Hughes, Derek Sherinian, Joe Bonamassa e Jason Bonham juntos na mesma banda. Sério, o que poderia dar errado?

7º) The Crown of Creation - Lucifer Was
Desta vez o Lucifer Was se juntou a uma orquestra sinfônica e apostou no álbum conceitual "The Crown of Creation". O álbum é uma espécie de Metal Opera, as vezes mais opera do que metal devido ao clima teatral que as músicas proporcionam. Os duetos de vocais masculinos e femininos harmonizam muito bem com a sutileza da sinfônia e o peso das guitarras. Trabalho belíssimo.
6º) The Living Tree - Jon Anderson & Rick Wakeman
O debut da parceria de Jon Anderson e Rick Wakeman pode não ter sido uma unanimidade entre os fãs do rock progressivo, mas pessoalmente foi um álbum que me agradou demais. "The Living Tree" mostra um lado ainda mais melódico dos músicos. Ele pode não parecer tão significante no ínicio, mas mostra uma bela química entre a dupla em belas composições que lhe fazem querer ouvir o disco repetidamente.

5º) A Child In The Mirror - Ciccada
A melhor estréia do ano ficou por conta da banda grega Ciccada. Em seu debut, "A Child In The Mirror", as influências folk estão por todos os cantos do rock progressivo da banda. A banda me lembrou alguns nomes conhecidos do progressivo como Gryphon, Gentle Giant e Jethro Tull, provavelmente três fortes influências para a os músicos. A bela voz da vocalista Evangelia Kozoni é um dos destaques, assim como o ecletismo musical que além dos gêneros já citados também possui características do jazz e do symphonic prog.

4º) Orchestrion - Pat Metheny
Não é novidade que Pat Metheny continua sendo um dos maiores nomes do Jazz atual, também não é novidade que ele não tem medo de arriscar em seus discos. Neste álbum Pat faz o uso do chamado Orchestrion, deixarei para me estender sobre o assunto outra hora, mas resumidamente ele pegou o conceito de "álbum solo" e elevou ao extremo. Como? Substituindo sua banda por músicos "robôs" controlados por ele. Por incrível que pareça os instrumentos não soam mecânicos e em certos momentos você até esquece que só há um humano tocando tudo. Mesmo com uma perda na parte de dinâmica é impossível não resistir ao fraseado inteligente do guitarrista que resulta em um álbum complexo, mas mesmo assim fácil de se assimilar até mesmo por aqueles desacostumados com o estilo.
3º) Distorted Memories - Life Line Project
Parece que o Life Line Project atingiu o que pode ser o pico de sua carreira com "Distorted Memories". O álbum é bastante influênciado por bandas progressivas da década de 70, mas ainda possuí um toque moderno. O trabalho de teclados de Erik de Beer é simplismente sensacional, um show de timbres e originalidade.

2º) Bateless Edge - Frogg Café
Jazz Fusion de altíssima qualidade, soando bastante avant-garde e atmosférico. Impossível deixar de fora um trabalho feito por músicos tão profissionais e criativos como estes.

1º) The Never Ending Way of ORwarriOR - Orphaned Land
Fiquei com o pé atrás para este lançamento, mas os israelenses do Orphaned Land conseguiram o que poucos conseguem atualmente: lançar duas obras-primas seguidas. Este álbum consegue ser tão bom quanto seu sucessor, "Mabool", e foi um dos lançamentos que mais ouvi ao longo do ano, além de ter se mantido firme em minha lista de melhores do ano desde seu lançamento (em Janeiro). O som alterna entre guitarras distorcidas com vocais guturais e trechos com vocais limpos e elementos da música oriental. Não há como descrever exatamente este álbum, portanto ouça-o!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Melhores Discos de 2010 - Parte 2

Como outro redator do blog já disse, "todos os admiradores da música estão fazendo suas listas de melhores do ano, e nós decidimos fazer as nossas também". Semana passada eu ouvi muitos discos desse ano, e esse mês o que mais fiz foi isso. Me arrependi amargamente de não ter feito isso antes, pois algumas bandas que ouvi, não conhecia há uns 15 dias atrás, algumas muito boas e que mereciam estar na lista, e também ouvi discos que foram lançados no meio do ano, mas só cheguei a ouvir a pouco tempo, só pra fazer a lista...da próxima vez vou ter mais boa vontade em ouvir os lançamentos. Enfim, a lista é essa, não deixem de comentar se concordaram, não concordaram, o que vocês quiserem.

Lista de Rodrigo Luiz





10º) Blood Of The Nations - Accept

Riffs marcantes, refrãos com coros e ritmos contagiantes que nos fazem banguear feito loucos...O Accept está de volta! E o fato de seu membro mais importante não estar na banda não afetou em nada, Mark Tornillo mostrou que tem o seu valor e pode crescer muito. Com esse álbum a banda dá uma bela volta por cima, mostrando o mais puro Heavy Metal.


9º) The Obsidian Conspiracy - Nevermore

O álbum pode até ser estranho a primeira ouvida, é mais agressivo e direto, sem a complexidade dos anteriores, mas este álbum merece entrar nessa lista. Warrel Dane se destaca com fantásticas linhas vocais e Jeff Loomis mostra porque é um dos melhores guitarristas da atualidade, com riffs e solos matadores, além da produção cristalina de Peter Wichers.


8º) At The Edge Of Time - Blind Guardian

Nos últimos discos o Blind Guardian tem se distanciado um pouco do power metal que a consagrou, talvez Nightfall In Midle-Earth tenha sido o último nessa linha, e, apesar de a banda continuar agregando elementos que possam somar ao seu som, confesso que torci o nariz para o rumo que a banda estava tomando, mas esse disco...é brilhante! É repleto de momentos épicos, com orquestrações pomposas, solos arrepiantes, os coros já conhecidos, além de elementos folk que dão toda uma atmosfera mística. Sem contar Hansi Kürsch, com sua ainda incrível potência de voz aliada ao seu conhecido talento para interpretar as músicas.


7º) Afraid Of Me - Auvernia

Fiquei louco quando ouvi esse disco! A banda faz um som inconstante, com trocas de tempo constantes, lembrando até um pouco do death metal técnico, passagens de teclado que as vezes lembram hammonds, solos inteligentes, passagens folk, orquestrações e também passagens melódicas, além de um Interlúdio Porteño, uma canção latina com guitarras. Prog metal ao extremo!!


6º) Poetry For The Poisoned - Kamelot

Depois dos incríveis The Black Halo e Ghost Opera, o Kamelot se supera e mostra porque é a melhor banda de Symphonic Metal atualmente. Sempre agregando novos elementos a sua sonoridade, a banda construiu um som próprio e inconfundível, e neste álbum, além do sempre brilhante Roy khan, Thomas Youngblood está tocando como nunca.


5º) Sting In The Tail - Scorpions

O melhor álbum da carreira da banda! Foi justamente isso que achei assim que ouvi o álbum pela primeira, achei que fosse empolgação na hora, mas não...toda vez que o ouço tenho certeza disso. O disco que encerra a carreira do Scorpions faz jus a tudo o que a banda representa, com canções cheias de feeling, refrãos contagiantes, solos maravilhosos, além das famosas baladas. É uma pena que este seja o fim, pois com esse disco, fica claro que a banda ainda teria muito a mostrar.


4º) The Never Ending Way Of OrwarriOR - Orphaned Land


Depois de 6 anos da obra-prima "Mabool", a expectativa era muito grande em torno deste álbum e a pressão em cima da banda para fazer um disco a altura de seu predecessor era muito grande. E para felicidade geral, a banda conseguiu, e diria até que se superou. As inserções de música árabe e elementos orientais são muito bem feitas e extremamente cativantes e a criatividade da banda é inesgotável. Ouvir esse álbum é uma experiência única e indescritível, só ouvindo para entender.


3º) Dirty Side Down - Widespread Panic

Só de ouvir as duas primeiras músicas, já estava com vontade de botar este disco na lista. Depois que o ouvi inteiro, tinha obrigação de fazer isso! Não faz nem 15 dias que conheço a banda, ouvi este disco por recomendações de outros redatores do blog, e me impressionei com o som da dela, um "southern jam rock", uma mistura de Allman Brothers Band com Phish e Grateful Dead, além de um pouco de jazz e blues, tudo isso aliado a muita feeling que flui em melodias irresistíveis e gostosas de se ouvir. É até difícil acreditar que este disco tenha sido gravado em 2010.


2º) Black Country - Black Country Comuunion

Este álbum foi uma grata surpresa, não esperava muito dele, talvez por ser um supergrupo (apesar de serem bons, não são impressionantes), ou até por não conhecer o trabalho de Joe Bonamassa. Mas foi Bonamassa quem mais me impressionou, com muito feeling, excelentes solos e um trabalho pesado na guitarra, o álbum peca só na particpação discreta de Derek Sherinian. Glenn Hughes está ótimo como sempre, e Jason Bonham aparece na medida certa, batendo firme quando precisa. O melhor dos supergrupos.

1º) Return To Zero - Spiritual Beggars

Conheci a banda a pouco tempo, e, depois de ouvir o excelente Demons, vi que a banda tinha lançado um álbum esse ano e tive vontade de ouvir, ainda mais depois de saber que a banda era de um dos meus guitarristas preferidos, Michael Amott. Um hard rock misturado às veias metálicas dos integrantes fazem um som sensacional, com verdadeiras pérolas que fazem jus às inspirações claras da banda, como Black Sabbath e Deep Purple, e poderiam até vir diretamente delas. Uma verdadeira homenagem ao hard rock setentista. O melhor disco do ano!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Álbum da Semana: Mabool - Orphaned Land

Alguma vez você já parou para se perguntar como soaria uma banda de heavy metal do Oriente Médio, que utilizasse instrumentos e influências típicas de sua cultura em sua sonoridade? Bom, provavelmente não. Porém é justamente isto que o Orphaned Land sabe fazer perfeitamente bem.

O Orphaned Land é uma banda de Israel formada em 1991. A enorme variedade no som da banda impressiona, possuindo fortes influências do death, progressive e doom metal, além das já citadas influências árabes.

Após um intervalo de oito anos a banda lançou em 2004 o álbum Mabool: The Story of the Three Sons of Seven.
Mabool é um álbum conceitual e narra a história de três filhos (anjos) do sétimo (na mitologia o número sete se refere à Deus), o sétimo foi divido em três representando a divisão da religião abraâmica em Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.
Cada anjo recebe um poder e representação (magia, força e sabedoria).
Deus então proíbe que os três se reunam com medo de sua força. Ignorando a ordem divina, os três anjos se unem em um só e são exilados do céu para a terra e divididos em três novamente, condenados a lutarem um contra o outro até provarem que podem retornar ao Céu.
Os anjos também tentam convencer a humanidade a parar de cometer pecados e os alerta sobre uma enchente que será uma punição caso eles continuem pecando.
O álbum descreve a jornada dos três, a tentativa de convencer a humanidade e, no fim, seu fracasso.

Na parte musical Mabool se mostra bastante diversificado e experimental, a faixa Halo Dies serve como exemplo. As letras são em inglês com vários trechos em hebraico e alguns em latim, não há refrões. Os arranjos são uma das partes essênciais para o álbum ser o que é, algo que alterna entre a beleza e a tristeza.
Kobi Farhi é um vocalista excepcional que alterna entre vocais guturais potentes e vocais limpos, talvez algo como Mikael Âkerfeldt do Opeth tenha vindo à cabeça de alguns, há certas semelhanças, porém Farhi possuí uma entonação mais árabe. Isto somado à percussão e o bom trabalho do guitarrista Sassi fazem a banda soar única. A facilidade com que eles incluem elementos musicais de sua cultura é algo que poucos conseguem fazer.

O post ficaria muito maior se eu fosse detalhar tudo o que este álbum possui, portanto o jeito mesmo é ouví-lo. Se você procura algo diferente, bem trabalhado e que ao mesmo tempo consegue ser belo e sombrio, com certeza este álbum é uma boa opção.

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