Karina Buhr no Recife

Cantora celebra o auge com show vibrante em Recife

Entrevista: Into The Void

Em entrevista ao Metropolis Music, os americanos do Into The Void falam sobre seu novo álbum, a cena Metal da região, o processo de criação de seus clipes e muito mais

Pérola perdida

Funk, Prog e Jazz com os africanos do Demon Fuzz

Band of Skulls

"Sweet Sour apresenta o trio ainda mais flexível, partindo de canções puramente densas à composições com toda a sutileza do folk."

Leonard Cohen

"As velhas ideias deste senhor ainda são muito superiores à várias novas sensações do cenário musical."

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terça-feira, 20 de março de 2012

Adele ultrapassa Pink Floyd em vendas no Reino Unido


O segundo disco da cantora alcançou 4,14 milhões de unidades comercializadas desde o seu lançamento em janeiro de 2011, tornando-se o sétimo LP mais vendido no Reino Unido na história.

Segundo a Official Charts Company, responsável pelas paradas musicais britânicas, a estrela passou o clássico álbum do Pink Floyd The Dark Side Of The Moon, lançado em 1973, que vendeu 4,11 milhões de cópias.

Além disso, Adele está a apenas 12 mil cópias de alcançar o sexto lugar, o álbum Brothers In Arms do Dire Straits, o que pode acontecer ainda nesta semana.

Faltam mais de 1,5 milhão de cópias para 21 alcançar a primeira posição, atualmente defendida pelo Queen com seu Greatest Hits e seus 5,86 milhões de unidades vendidas.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pink Floyd na Rolling Stone americana


A edição de outubro da Rolling Stone americana já saiu. Este mês a revista traz duas entrevista especiais: uma líder do Wilco, Jeff Tweedy, que fala do novo álbum The Whole Love, a outra é com o vocalista do Coldplay, Chris Martin, que comenta o novo Mylo Xyloto, que tem produção do mestre Brian Eno e participação de Rihanna.

Há ainda uma matéria sobre o REM, que anunciou o término das atividades no mês passado, e a matéria principal sobre a obra prima do Pink Floyd Dark Side of The Moon, que segundo eles, é o melhor disco da história. O texto explora o making of do álbum e como ele gerou brigas internas que destruíram a banda, tudo isso com fotos raras e ainda 'lost tracks'.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Foo Fighters e Roger Waters se juntam para tocar música do Pink Floyd


Foo Fighters e o lendário baixista e compositor do Pink Floyd Roger Waters juntaram forças no ''late night talk show'' de Jimmy Fallon para tocar ''In The Flesh'', faixa do famoso álbum The Wall. 

O programa homenageou durante a semana toda o Pink Floyd: todas as bandas que tocaram por lá fizeram um cover do grupo.


sexta-feira, 22 de julho de 2011

Um show sem público


Por Gabriel Albuquerque

Parece um absurdo: um show em ruínas antigas e sem nenhuma audiência. Mas o que aparenta ser um grande fracasso, se tornou um grande sucesso e umas das mais marcantes imagens e performances de uma das maiores bandas da história da música.

Roger Waters se sentia cada vez mais distante do público, que ia aos shows e ficavam, segundo ele, pulando e gritando o tempo todo e não prestavam atenção na música. O baixista e principal compositor do Pink Floyd sentia-se mais angústiado e perdendo a sua identidade, o que foi capturado nos versos ''Estranhos passando na rua /Acidentalmente dois olhares se encontram / Eu sou você e o que eu vejo sou eu'', de ''Echoes''. Assim sendo, Waters teve a ideia de fazer um gravação em vídeo de um show para ninguém (com exceção de alguns membros da equipe), dando assim, foco à banda e a música, sem imagens do público.

O local escolhido pela banda foi o Anfiteatro de Pompéia, que foi destruído pela erupção do vulcão Vesúvio em 79 D.C., cuja chuva de cinzas manteve a cidade oculta por 1600 anos antes de ser reencontrada. O governo italiano concordou com o projeto e deu um prazo para a equipe fazer as gravações (segundo algumas fontes, esse prazo seria de cinco dias). Mas ninguém pensou num detalhe importante: como vão conectar os equipamentos em um lugar que foi feito há milhares de anos e não tem uma tomada? Assim, foram gastos de dois a três dias para puxar energia elétrica da cidade até o Anfiteatro.
Com todos focados apenas na música, sem a pressão de entreter grandes platéias, a musicalidade e a criatividade dos músicos desabrocha. E todos eles têm seu momento de destaque. Em ''Set The Controls For The Heart Of The Sun'', se sobressaem o vocal hipnótico de Waters e o solo de teclado de Richard Wright. Em ''Saucerful Of Secrets'' é realçada a experimentação na guitarra de David Guilmour, e em ''One Of These Days'' a performance mastodônica de Nick Mason na bateria. ''Mademoiselle Nobs'' traz um momento curioso: um cachorro ''cantando''.
Mas o principal momento é a execução da épica ''Echoes'', dividida em duas partes que abrem e encerram o vídeo. Com essa versão ao vivo em Pompéia, que mesclava imagens da banda com imagens do Anfiteatro, a sinfonia psicodélica do Pink Floyd fez sucesso no mundo todo. Mesmo com mais de vinte minutos, tocava na rádio e era exibido com frequência na MTV.
a banda tem grande liberdade de movimento e experimentação. As músicas se combinam perfeitamente com as imagens das ruínas do belíssimo teatro e criam uma ambientação única e especial. Anos mais tarde, o trio de hip hop Beastie Boys mostrou a sua admiração pelo vídeo no clipe de ''Gratitude'', com referências óbvias ao show do Pink Floyd em Pompéia, incluindo as caixas de som com a inscrição Pink Floyd London. Veja os vídeos abaixo e compare.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Roger Waters: assista ao show de The Wall Live na íntegra e em HD!


Teve início no ano passado a turnê The Wall Live, de Roger Waters, que se trata de uma espécie de reapresentação da histórica turnê do álbum "The Wall" (1979).  Como na turnê de 1980, um grande muro é construído no palco ao longo do espetáculo com várias projeções sendo mostradas nele. Pacifista, Roger Waters dá ainda mais ênfase na mensagem de paz da música e antes da turnê pediu que os fãs lhe enviassem fotos de parentes e amigos que morreram por causa das guerras. Há boatos de que um DVD da turnê será gravado nos shows de Londres, que acontecerão em Maio.

Enquanto o DVD não sai, vale a pena conferir o vídeo abaixo, postado por um usuário no YouTube, que conta com o mega-show gravado na íntegra em HD e em vários ângulos diferentes. O áudio foi remasterizado e as imagens foram registradas durante quatro shows do músico, dois em Chicago (nos dias 20 e 21 de Setembro) e dois em Uniondale (nos dias 12 e 13 de Outubro). Apresentação de tirar o fôlego!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Classic Albums: Dark Side Of The Moon - Pink Floyd


Anciosos para se desprender da densa nuvem do rock psicodélico, o Pink Floyd se reuniu na cozinha do baterista Nick Mason e fez uma lista de coisas que os preocupavam; entre elas, dinheiro, morte, tempo e loucura. Todas essas questões foram combinadas e criou-se uma música, intitulada Eclipse (A Piece For Assorted Lunatics), que foi tocada durante um anos nas apresentações da banda.
Quando os quatro jovens ingleses entraram no lendário estúdio Abbey Road em junho de 1972, já sabiam que iriam fazer um disco com um tema (naquela época não havia o termo ''disco conceitual'') e que falasse sobre as pressões de viver no mundo moderno, mas que fosse, simultaneamente, pop e que pudesse ser cantado por multidões; afinal de contas, como disse o próprio Roger Waters, ''ainda tinha um objetivo comum, que era ficar rico e famoso''.
Desde a trágica saída de Syd Barret, fundador e principal compositor da banda, em 1968, o Pink Floyd fez músicas abordando a loucura, de certa forma, inspirados pelos acontecimentos com o ex-colega de banda. A quase esquizofrênica Echoes, retrata bem isso com os versos ''Estranhos passando na rua/Dois olhares se cruzam acidentalmente/ Eu sou você e o que eu vejo sou eu. Essa influência iria aparecer mais tarde em Wish You Were Here e é parte crucial do enredo de Dark Side Of The Moon.

Um fator que chama atenção no álbum é a sua notável capacidade de harmonizar extremos: enquanto Money, um blues rock com solo de sax, era o primeiro hit single do Floyd, On The Run foi uma das primeiras tentativas de se fazer música do futuro, com sons de carros espaciais, batimentos cardíacos, gritos e passos, que iam aumentando a velocidade até ser tudo finalizado numa grande explosão. Essa canção foi feita em um sintetizador VCS3 por David Gilmour e Roger Water após o guitarrista tocar uma sequência nesse teclado. Waters gostou do som e foi acelerando a velocidade e adicionando efeitos sonoros. Poucos sabem, mas On The Run deriva de uma música que a banda tocava em shows antes do Dark Side. Ela era chamada The Travel Section, uma jam entre o guitarrista Gilmour e o tecladista Richard Wright. Apesar dessa versão primitiva ser excelente, os integrantes a viam apenas como uma ponte entre Breathe, uma cópia descarada de Down By The River, de Neil Young e Time; essa insatisfação foi embora após a criação de On The Run.
Time, por sua vez, formada uma composição fria de Waters, com a reflexiva linha ''Aguentando um desespero quieto é o jeito inglês'' e um dos maiores solos de guitarra do conjunto inglês, recheado de feeling, é uma das músicas mais emblemáticas do clássico. Aqui as virtudes da produção são mais notáveis, com vários relógios alarmando em uníssono. Vale lembrar que em 1971 não haviam os mesmos artifícios tecnológicos que estão disponível nos estúdios de hoje em dia.
Cinco mulheres fizeram os backing vocals em diversas faixas do disco, mas apenas uma foi genial: Clare Torry, que improvisou sobre a apoteótica The Great Gig In The Sky e acabou se tornando uma das maiores performances vocais da história da música. Us And Them é outro ponto alto; um belíssimo tema com instrumental criado pro Richard Wright, um grande admirador de Jazz, para o filme Zabriskie Point, mas que foi rejeitada pelo diretor Michelangelo Antonioni por ser ''muito triste''.
As enigmáticas Brain Damage, frequentemente chamada de ''Lunatic Song'' durante as sessões de gravações e Eclipse encerram o disco. Nesta última, é ouvido batimentos cardíacos, que também abrem a audição na intro Speak To Me, e uma voz, dizendo ''não há lado escuro da lua, na verdade. De fato, é tudo escuro''. Essa voz é do porteiro do estúdio Abbey Road, Jerry ODriscoll. Outras pessoas foram entrevistadas, incluindo Paul McCartney, sendo que este não teve sua entrevista publicada por conter respostas demasiadamente cautelosas. Nessas conversas, eram feitas das mais variadas perguntas; Roger Waters lembra que começavam com ''qual a sua cor preferida?'' e ia até ''quando foi a última vez que você ficou violento? Você tinha razão?'' ''você já pensou que pode enlouquecer?''.

Roger Waters em 1972. Quando perguntado sobre o Dark Side, ele respondeu: ''Este disco era uma expressão de empatia política, filosófica e humanitária que estava louca pra sair.''
Dark Side Of The Moon ficou 741 semanas nas paradas, vendeu 45 milhões de cópias e é o terceiro disco mais vendido do mundo, perdendo apenas para Thriller (Michael Jackson) e Back In Black (AC/DC). Ele não é apenas o melhor disco de uma banda clássica, é uma das maiores manifestações culturais; levou a música underground e o rock progressivo de maneira geral ao mainstream com um disco de temas pesados e indigestos com uma sonoridade ambígua: apresenta os valores da música pop mas também pode criar novos caminhos em sua mente.

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Tracklist:
01 - Speak to me
02 - Breathe
03 - On the run
04 - Time
05 - The great gig in the sky
06 - Money
07 - Us and them
08 - Any colour you like
09 - Brain damage
10 - Eclipse

sábado, 14 de agosto de 2010

Pink Floyd - Biografia


A nossa semana especial agora tem seu momento com a banda mais bem sucedida do Rock Progressivo: Pink Floyd. A banda Inglesa alcançou status de lenda do Rock nos anos 70, após apresentações grandiosas, cheias de teatralidade e o sucesso de vendas de discos como Dark Side Of The Moon, Wish You Were Here e The Wall. 

Mas o Pink Floyd não teve essas características durante toda a sua vida. Em 1964 estava sendo formada uma banda que contava com Nick Mason na bateria, Roger Waters no baixo, Richard Wright nos teclados e piano e Syd Barret, guitarrista, vocalista e principal compositor do grupo. O grupo foi rejeitado pela crítica da época, que não entendia a música de bandas como o Pink Floyd, mas os jovens, que se afundavam cada vez mais no LSD e na psicodelia amaram o quarteto.

O primeiro Single do Pink Floyd foi Arnold Layne, música que falava sobre um travesti que roubava roupas íntimas. Como é de se esperar, essa não foi uma música que levou a banda à mídia; isso veio a acontecer com o segundo single, See Emily Play, que fala sobre uma jovem aristocrata psicodélica. 

Enquanto a banda ia sendo mais aceito por parte de crítica e público, o líder do Pink Floyd não ia bem; Syd Barret se afundava cada vez mais no vício do LSD e acaba saindo da banda. Antes de sair da banda, Syd trouxe à banda mais um guitarrista e vocalista, David Guilmor, que tocou junto com Syd e o resto da banda no segundo disco, A Saucerful Of Secrets.

Depois de Syd Barret, o Pink Floyd adotou a teatralidade para os seus shows, algo que se tornaria sua marca registrada mais tarde. Um grande momento teatral da banda foi o show que eles fizeram no anfiteatro de Pompei, na Itália, que foi destruído por lava vulcânica há quase 2.000 anos.

Apesar de alcançar grande fama na Inglaterra, eles ainda não eram muito conhecidos nos EUA, mas isso mudou a partir do Dark Side Of The Moon, um disco conceitual, que falava sobre guerra, loucura e as pressões do mundo moderno. A partir do Dark Side Of The Moon o som do Pink Floyd ficou menos experimental, mas não menos progressivo; tornou-se mais maleável e mais fácil gostar da banda, assim Dark Side Of The Moon foi sucesso não só nos EUA, mas no mundo todo, tornando-se o terceiro disco mais vendido dos dias atuais, com mais de 40 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro.A partir do Dark Side, banda lançou outros discos que lhe renderam conseguiu mais fãs e mais hits, como Confortably Numb, Wish You Were Here, Another Brick In The Wall e Run Like Hell. 

Mais tarde, Roger Waters decidiu sair da banda, e sem ele, foi gravado o disco A Momentary Lapse Of Reason. Mesmo sem o principal compositor da banda, o disco ficou em terceiro lugar no Reino Unido, mas assim como em seu sucessor The Division Bell, o disco recebeu muitas críticas, dizendo que apenas David Guilmor participou, e com mais algumas brigas, a banda acabou.

Em 2005, a banda se reuniu, e com o aumento significativo em CD´s da banda, começaram os rumores sobre mais uma turnê da banda, porém, em 2006 Guilmor negou tudo. Esse ano Waters confirmou que irá se encontrar com Guilmor para mais um show. Eis sua declaração no seu Facebook:

“Como poderia recusar tal oferta? Eu não poderia, não tinha como. Generosidade ultrapassa o medo. E assim explicando que eu provavelmente seria uma droga [nos vocais do dueto], mas se ele não se importava, eu também não me importaria. Eu concorde e o resto é História. Nós tocamos junto e foi excelente. Fim da história. Ou possivelmente, o início”

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Vídeo Clipe do Mês

Depois do clipe de Turn The Page, do Metallica, o novo clipe do mês é o da famosa música "Another Brick In The Wall", do Pink Floyd.


Another Brick In The Wall fez parte do álbum "The Wall", de 1979, dividida em três partes. A letra e o vídeo fazem uma crítica ao sistema educacional, que se mostra muitas vezes rígido e não instiga o aluno à questionar, refletir e pensar criticamente.

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