Em entrevista ao Metropolis Music, os americanos do Into The Void falam sobre seu novo álbum, a cena Metal da região, o processo de criação de seus clipes e muito mais
Vazou na internet o vídeo clipe de ''Cinnamon'', do Stone Temple Pilots, que foi gravado em meados de 2010 mas foi rejeitado pelos integrantes da banda. O clipe tem direção de Alex Topaller e Dan Shapiro, ganhadores do prêmio Grammy com vídeos do Megadeth e Bloc Party, entre outros. No entanto, a banda, liderada por Scott Weiland, reprovou o vídeo e não o lançou. A música ''Cinnamon'' faz parte do disco homônimo do grupo, que marcou a sua volta no ano de 2010.
Ex-frontman do Velvet Revolver e vocalista do Stone Temple Pilots, Scott Weiland lançou um compilação com 12 canções covers, vendida exclusivamente pela internet pela sua loja oficial. Confira o tracklist de A Compilation Of Scott Weiland Cover Songs:
01. I Am The Resurrection (Stone Roses)
02. Personality Crisis (New York Dolls)
03. Frances Farmer Will Get Her Revenge On Seattle (Nirvana)
04. Let Down (Radiohead)
05. Into Your Arms (Lemonheads)
06. Dead Flowers (The Rolling Stones)
07. Waiting For Superman (The Flaming Lips)
08. Revolution (The Beatles; gravada pelo Stone Temple Pilots em 2001)
09. But Not Tonight (Depeche Mode)
10. Reel Around The Fountain (The Smiths)
11. Fame (David Bowie)
12. Jean Genie (David Bowie)
Após terem ficado separados durante cinco anos, o Stone Temple Pilots finalmente voltou à ativa em 2008. Agora a banda lança seu mais novo álbum: Stone Temple Pilots. O sucessor de Shangri-La Dee Da, lançado há nove anos atrás, traz um novo Stone Temple Pilots, explorando o rock dos ano 60 e 70 com um toque de influências do blues e até mesmo southern rock em certos momentos.
O disco começa com o primeiro single, Between The Lines, apesar dos instrumentos estarem bastante básicos a música funciona bem, Scott Weiland canta com vocais limpos (assim como em todas as outras faixas do disco).
Take A Load Off é uma das melhores músicas do disco, com um bom refrão e ótimo trabalho da banda, principalmente dos irmãos DeLeo, que escreveram todas as músicas do álbum.
Huckleberry Crumble tem um dos melhores trabalhos de guitarra deste disco e um ritmo empolgante.
Hickory Dichotomy não é tão boa quanto as anteriores, os versos não soam tão bem nas primeiras audições, porém ainda mantém o álbum em um bom nível.
As faixas anteriores eram cheias de refrões “grudent
os”, porém em Dare If You Dare já é um pouco diferente. Não é uma música ruim, tem também um boa melodia de guitarra no final, mas diminui um pouco o ritmo do álbum.
É apartir da sexta faixa que o disco começa a se perder. Cinnamon talvez seja a pior música, com uma melodia soando pop em alguns momentos e bastante sem graça, bem longe de ser algo que esperaríamos do Stone Temple Pilots.
Hazy Daze já é melhor que as duas anteriores, possui alguns bons riffs com um pouco de peso.
Bagman também é fraca, com um dos piores refrões do álbum.
Peacoat também não consegue dar uma animada no disco. O mesmo acontece com a música seguinte, Fast As I Can, apesar der ser mais rápida que as outras deixa a sensação de que ainda falta algo, não melhora muito nem mesmo após mais de uma audição.
First Kiss On Mars não surpreende e Maver encerra o álbum. Essa última, mesmo com arranjos bem simples, não é uma música ruim, porém diferente da típica sonoridade do Stone Temple Pilots, o que pode fazer com alguns não gostem dela.
Stone Temple Pilots está longe de ser um dos melhores álbuns da banda. As letras estão boas, porém as melodias nem tanto, soando bem básicas as vezes.
Outro ponto que deixa a desejar é a falta de peso. Não que o som da banda seja composto apenas por músicas como Dead And Bloated e Sex Type Thing, mas ele faz sim uma certa falta.
A sonoridade está bem diferente do que estamos acostumados com o Stone Temple Pilots, não é o álbum que a maioria estava esperando durante nove anos, porém é justamente este ponto que está dividindo a opinião dos fãs sobre este disco, ou seja, você pode tanto odiar quando amar esse álbum. Escute e tire suas próprias conclusões.
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