Em entrevista ao Metropolis Music, os americanos do Into The Void falam sobre seu novo álbum, a cena Metal da região, o processo de criação de seus clipes e muito mais
Está disponível a nova música de Noel Gallagher ''AKA... What a Life'', a terceira já divulgada. Descrita pelo ex-Oasis como uma faixa dançante, o lançamento oficial será apenas no sábado, 11 de setembro, e terá como lado B ''Let The Lord Shine A Light On Me''. O disco cheio será lançado no dia 17 de outubro.
A lendária banda americana, Riot, divulgou a capa e o tracklist de seu mais novo álbum de estúdio, "Immortal Soul". Este será o 14º álbum da banda e deve ser lançado primeiramente no Japão em 21 de Outubro e em 22 de Novembro nos Estados Unidos. Em 36 anos de carreira a banda já passou por diversas mudanças de formação, o line-up atual do Riot conta com: Tony Moore (vocal), Bobby Jarzombek (bateria), Mark Reale (guitarra), Mike Flyntz (guitarra) e Don Van Stavern (baixo).
Tracklist:
01. Riot
02. Still Your Man
03. Crawling
04. Wings Are For Angels
05. Fall Before Me
06. Sins Of The Father
07. Majestica
08. Immortal Soul
09. Insanity
10. Whiskey Man
11. Believe
12. Echoes
"Storytime" será o primeiro single de "Imaginaerum", novo álbum dos finlandeses do Nightwish. O single já está disponível para a pré-venda no site da banda em dois formatos, CD e vinil. O single chegará oficialmente às lojas em 11 de Novembro, via Nuclear Blast Records, e conterá as seguintes faixas:
''Audio, Video, Disco'', faixa que dá nome ao segundo disco do duo de música eletrônica Justice, vazou na internet - seria lançado no dia 19 de setembro.
Foi divulgado o clipe de ''Cara Palavra'', novo single de Karina Burh, gravado no Marrocos e com a cantora e compositora vestida como uma mulher islâmica com direito a burca e tudo mais. A música fará parte do segundo álbum da pernambucana, previsto para ser lançado em outubro de 2011.
O Eluveitie, que recentemente anunciou que está trabalhando em um novo álbum de estúdio, colocou no ar o primeiro episódio da EluTV. Os episódios da EluTv juntos formarão um documentário com cenas exclusivas dos bastidores da turnê "Everything Remains", que também passou pelo Brasil no início do ano.
O Pearl Jam realizou ontem (03/09) o primeiro dos dois shows do PJ20 Festival, festival de duas noites em comemoração aos 20 anos de carreira da banda.
O show de quase três horas, que ocorreu em East Troy no Alpine Valley Music Theater, nos Estados Unidos, reuniu vários convidados especiais como Josh Homme (Queens of the Stone Age), Julian Casablancas (The Strokes), membros do Mudhoney, entre outros. Porém, um dos pontos altos da noite foi quando Chris Cornell subiu ao palco, concretizando mais uma reunião do Temple Of The Dog, banda ao qual Cornell e os integrantes do Pearl Jam fizeram parte entre 1991 e 1992. Foram executadas três canções do Temple of the Dog, incluindo o clássico "Hunger Strike" (veja o vídeo da performance abaixo).
O repertório escolhido chamou a atenção em dois pontos, o primeiro foi a falta de alguns clássicos frequentemente tocado pela banda, como "Jeremy", "Alive", "Even Flow", "Yellow Ledbetter", entre outros. O segundo foi a adição de canções que não eram executadas há um bom tempo ou que não costumam marcar presença nos setlists recentes. Algumas raridades foram "Education" (com participação de Liam Finn), "Help Help", tocada pela última vez em 2003, e "In The Moonlight" que nunca havia sido executada antes.
O PJ20 Festival encerra hoje (04/09) com mais uma apresentação em East Troy. Vale lembrar que a banda estará no Brasil em Novembro para realizar shows nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.
Setlist: 01. Release
02. Arms Aloft
03. Do The Evolution
04. Got Some
05. In My Tree
06. Faithfull
07. Who You Are (c/ Liam Finn, John Doe e Dan Peters)
08. Push Me, Pull Me
09. Setting Forth
10. Not For You (c/ Julian Casablancas)
11. In the Moonlight (c/ Josh Homme)
12. Deep
13. Help Help
14. Breath
15. Education (c/ Liam Finn)
16. Once
17. State Of Love And Trust (c/ Dhani Harrison)
18. Better Man
19. Wasted Reprise
20. Life Wasted
21. Rearviewmirror
22. Stardog Champion (c/ Chris Cornell)
23. Say Hello 2 Heaven (c/ Chris Cornell)
24. Reach Down (c/ Chris Cornell)
25. Hunger Strike (c/ Chirs Cornell)
26. Love, Reign O'er Me
27. Porch
28. Kick Out the Jams (c/ Mark Arm e Steve Turner do Mudhoney)
Não é o seu melhor trabalho, mas Supernatural é provavelmente o maior sucesso do legendário guitarrista Carlos Santana. O álbum recheado de participações de novos e consagrados músicos ganhou 9 prêmios Grammy e vendeu mais de 21 milhões de cópias no mundo todo.Santana, que não lançava um bom disco há alguns anos, aproveitou todo o frisson em volta do álbum e fez uma turnê que passou pela Europa e Estados Unidos, e gravou o DVD Supernatural Live no Civil Auditorium, na cidade Passadena; Califórnia.
''Supernatural Live apresenta Santana no auge de seus poderes'', diz a contra-capa. Exageros comerciais à parte, o guitarrista não está como no começo de carreira, onde fundiu R&B, rock, música latina, blues e jazz e fez uma das melhores apresentações do mítico festival de Woodstock, mas é insensatez não reconhecer que o mexicano está em ótima forma e ainda tem muita qualidade técnica.
Na primeira música, a divertida ''(Da Le) Yaleo'', Santana já bota todo o lugar para dançar. Nem mesmo as dançarinas, que ficaram meio perdidas, jogadas ao vento, conseguem estragar o bom momento.
A temperatura volta a subir no mega-hit ''Maria Maria'', onde participa a dupla de rap The Product G & B. O principal vocalista, Sincere (cujo nome verdadeiro é David McRae) vai tirando uma infinadade de casacos, jaquetas e camisas até ficar com o peito nu. E no fim, talvez para não ficar por baixo, o comparsa Money Harm desce do palco pra terminar a canção junto com a platéia. Rob Thomas, do Matchbox 20, canta ''Smoot'', outro sucesso bem recebido pelo público.
''Apache'', que traz o saxofonista e monstro sagrado do jazz Wayne Shorter, é uma ótima música instrumental, mas muito mal encaixada entre os dois hits citados acima. A mudança brusca, de um ritmo dançante para um mais lento e, de certa forma complexo, desvalorizou a canção e a sensação transmitida é puro tédio, apesar de funcionar muito bem isoladamente.
Por outro lado, a belíssima ''Angel'', com a cantora Sarah McLachlan ao piano e Santana tocando violão por cima, por ter sido executada depois de outra canção compassada (''Love of My Life'', Carter Beauford na bateria e a voz rasgada de Dave Matthews) foi admirada com cabeça fria e corpo leve, tendo sua beleza exaltada e prontamente aplaudida de pé.
A balada 'anti-conformismo' ''Do You Like The Way'', com a rainha do hip hop Lauryn Hill e Cee-lo Green (hoje conhecido pelo web-hit ''F*** You'', mas desconhecido na época), chama atenção com o voz emocionada de Cee-lo.
O show termina com todos juntos (com exceção de Lauryn Hill) cantando em coro o medley com ''Make Somebody Happy'', que serve de cama para Santana fazer os devidos agradecimentos a audiência a equipe e passar aquela mensagem manjada de ''o que importa é o amor'' e afins, e ''Right On Be Free''. Acabou o show, mas não o DVD.
Nos extras estão os 4 clipes do disco (''Smooth'', ''Maria Maria'', ''Corazón Espinado'' e ''Put Your Lights On'') completos, discografia, making off, uma excelente entrevista e depoimento interessantíssimo, apesar de cansativo, do legendário guitarrista, falando, entre outros, de seu início de carreira e outros guitarristas dos anos 1960, como Jimi Hendrix.
Não há duvida: as participações especiais fizeram bem a Santana. Seu som foi refrescado e ganhou novo fôlego. No DVD não há participação do outro gigante das seis cordas Eric Clapton, mas há outras que não foram incluídas no disco, como Wayne Shorter e Sarah Mclachlan. Junte isso a extras caprichados e você tem um motivo de alegria em forma de áudio e vídeo.
Nota 8,5:
Tracklist:
01. (Da Le) Yaleo
02. Love of My Life (Dave Matthews & Carter Beauford)
03. Angel (Sarah McLachlan)
04. Put Your Lights On (Everlast)
05. Africa Bamba
06. Do You Like The Way (Lauryn Hill and Cee-Lo)
07. Migra
08. Day of Celebration
09. Victory is Won
10. Maria Maria (The Product G&B)
11. Apache (Wayne Shorter and Chester Thompson)
12. Smooth/Dame Tu Amor (Rob Thomas)
13. Gypsy Queen/Oye Coma Va
14. Make Somebody Happy/Right on Be Free (todos, exceto Lauryn Hill)
O histórico show realizado pelo Queen no Wembley Stadium em 1986 será transmitido durante 48 horas no YouTube. A transmissão inicia às 13 horas (horário de Brasília) do dia 05/09 (segunda-feira), ao qual marcaria a comemoração de 65 anos de Freddie Mercury, vitimado pela AIDS em 1991.
Também no dia 05, será lançado uma edição especial do CD/DVD “Queen Live at Wembley Stadium” , trazendo na íntegra os dois shows realizados pelo Queen no Wembley Stadium há 25 anos, além de um minidocumentário e entrevistas exclusivas. Confira os detalhes:
DVD 01:
Live At Wembley Stadium Saturday 12-07-1986
1- One Vision
2- Tie Your Mother Down
3- In The Lap Of The Gods … Revisited
4- Seven Seas Of Rhye
5- Tear It Up
6- A Kind Of Magic
7- Under Pressure
8- Another One Bites The Dust
9- Who Wants To Live Forever
10- I Want To Break Free
11- Impromptu
12- Brighton Rock Solo
13- Now I’m Here
14- Love Of My Life
15- Is This The World We Created
16- (You’re So Square) Baby I Don’t Care
17- Hello Mary Lou (Goodbye Heart)
18- Tutti Frutti
19- Gimme Some Lovin’
20- Bohemian Rhapsody
21- Hammer To Fall
22- Crazy Little Thing Called Love
23- Big Spender
24- Radio Ga Ga
25- We Will Rock You
26- Friends Will Be Friends
27- We Are The Champions
28- God Save The Queen
DVD 02:
- Minidocumentário: “The Magic Tour”
- “The Wembley Weekend”(com Brian May Roger Taylor, feito em 2003)
- Rehearsal (ensaio da banda para a “The Magic Tour”)
"Pearl Jam Twenty", o documentário sobre os vinte anos de carreira do Pearl Jam será transmitido em cinemas brasileiros. O site oficial do filme confirmou seções em 17 cidades diferentes, todas no dia 20 de Setembro. Mais detalhes sobre "PJ20" podem ser lidas aqui.
O filme será exibido nas seguintes cidades:
Cinemas Millenium - Manaus
Cinepolis Salvador Norte - Salvador
Cinesystem Rio Anil - São Luis
Cinemas Uberlândia - Uberlândia
Cinemas Cuiabá - Cuiabá
Cinepolis Boulevard - Belém
Cinesystem Maringá Park - Maringá
Cinépolis Lagoon - Rio de Janeiro
Cinesystem Shopping Total - Porto Alegre
Cinépolis Blumenau Norte - Blumenau
Cinesystem Shopping Iguatemi - Florianópolis
Cinépolis Alphaville - Barueri
Cinesystem Galleria Campinas - Campinas
Cinépolis Santa Ursula - Ribeirão Preto
Cinemas São José do Rio Preto - São José do Rio Preto
Cinesystem Vale Sul Shopping - São José dos Campos
Cinépolis Largo Treze - São Paulo
As melhores frases ditas pelos músicos são reunidas semanalmente na seção Aspas, publicada no sábado. Sempre declarações interessantes, e de certa forma, importantes. Essa semana tem Nando Reis falando da crítica musical, Robert Flynn superestimando a si próprio, Dave Grohl mandando mensagem de esperança e muito mais.
''Eu deixei as drogas por causa de Velociraptor!(novo álbum da banda, gravado recentemente)''
Serge Pizzorno, guitarrista do Kassabian
Estamos em um bom lugar como banda agora. Me sinto como em uma terapia de casamento.
Nikolai Fraiture, baixista, falando de todas os conflitos dentro do Strokes
''Os críticos, de um modo geral, tem um pouco de inveja de quem tá no palco. Eles gostariam de estar ali. [...] O palco deles é a revista.''
Nando Reis, em entrevista ao programa Agora é Tarde, apresentado pelo comediante Danilo Gentili na Band.
''Nunca perca a fé no verdadeiro rock n' roll. Você talvez tenha que se esforçar procurar, mas ele sempre estará lá.''
Discurso de DaveGrohldepois de receber o VMA de melhor vídeo clipe de rock.
''Eu não quero me gabar, mas os meus discos detonam as porras dos discos deles, e qualquer um com dois ouvidos lhe diria isso. Para mim, meus álbuns soam mais como o Skid Row original do que o novo Skid Row soa como Skid Row.''
Sebastian Bachfalando sobre a sua antiga banda e seus álbuns solo em entrevista a Radio Metal.
''Se você ouvir 'Black Jesus', ele diz: ''negros, fumem minhas cinzas''. Foi um pedido que ele fez. Agora, ele falou sério? Nós levamos a sério.''
EDI Mean, do grupo de de Tupac Shakur, dando uma de Keith Richards confirmando o boato de que a banda havia fumado as cinzas do rapper e porquê disso.
''Nós fomos pioneiros nisso (misturar melodias pesadas com vocais melódicos). Fomos a primeira banda a fazer e depois muitas outras copiaram. [...] Nós definimos o metal moderno.''
Robbert Flynn, guitarrista do Machine Head, se gabando do que não pode em entrevista para Radio Metal.
Kill Devil Hill, o mais novo supergrupo formado por Vinny Appice (Black Sabbath, Heaven & Hell, Dio), Rex Brown (Pantera, Down), Mark Zavon (W.A.S.P., Ratt, 40 Cycle Hum) e Jason "Dewey" Bragg (Pissing Razors) disponibilizou filmagens da banda em estúdio.
A banda, que está gravando seu debut, já finalizou as demos para dez músicas e segundo Vinny Appice, soam como uma mistura de Black Sabbath e Alice In Chains com um toque de Led Zeppelin. O grupo subiu aos palcos pela primeira vez em 29 de Abril em Hollywood.
O videoclipe de "Angel With Horns", novo single dos brasileiros do Shadowside, pode ser assistido abaixo. A música faz parte do novo álbum da banda, "Inner Monster Out", e teve seu vídeo dirigido por Thiago Pinheiro.
"A música é sobre alguém que tenta escapar de sua própria realidade monótona, colocando suas esperanças em uma pessoa inquietante e misteriosa, que é o mal puro, inocente como um anjo, ao mesmo tempo", declarou a vocalista Dani Nolden.
Quem conhece o Queen apenas por ''Radio Gaga'', ''Bohemian Rhapsody'', Under Pressure'' e outros mega hits não tem noção da sua importância para o rock e a música pop de um modo geral. Os grandes sucessos do Queen subtraíram a sua carreira para o seu momento de maior sucesso comercial, que está muito abaixo do nível de qualidade dos primeiros discos da banda inglesa.
Certamente, eles não foram os primeiros a fundir o erudito e o popular, como alguns apontam. Mas equilibraram os ''extremos'' com maestria. No começo da carreira, fizeram um ótimo hard rock e com um tempo deram uma pincelada no rock progressivo.
Nos seus últimos anos, fazendo shows estádios lotados quase todo o mês, o Queen mergulhou nos sintetizadores e na música pop, e foi aí que a banda emplacou um hit atrás do outro. Mas também foi nessa época que os ingleses definharam, musicalmente falando. Se você vai começar a ouvir a banda de Brian May (sim, ele que fundou a banda, Freddie Mercury chegou depois), o seu ponto de partida está nos três discos abaixo.
Queen II (1974)
Mesmo com contrato assinado, a Trident Records não levou o Queen muito a sério. Mas depois da banda conseguir boas posições nas paradas inglesas, agravadora percebeu que naquela árvore tinha fruta boa. Assim, para o Queen II a banda teve acesso as mais modernas técnicas de produção e gravação.
A arrebatadora ''Seven Seas of Rhye'' foi a principal responsável pelo sucesso do disco, mas sua genialidade vai muito além. ''Ogre Battle'' já havia sido composta há um bom tempo, mas a banda tinha planos maiores para ela e não a incluiu no primeiro disco, esperando para gravá-la quando tivesse maior liberdade de experimentação em estúdio. E assim ela se tornou uma das mais complexas músicas do Queen.
Dos lamentos de Freddie Mercury ao piano em ''Nevermore'', passando pelas melancólicas seções acústicas de ''White Queen'' até as viagens pelo rock progressivo em ''Ogre Battle'' e ''Fairy Feller's Master Stroke'', inspirada pelo quadro de mesmo nome de Richard Dadd, o que se ouve é uma banda madura e ambiciosa, mas concisa, que sabe exatamente o que quer.
O produtor Roy Thomas Baker dá o toque final modelando as ideais grandiosas de Mercury e do guitarrista Brian May neste que é decididamente o melhor disco da banda.Queen II é a gênese do mais bem sucedido A Night At The Opera.
A Night At The Opera (1975)
Por quase todo o disco, o que se houve é uma música limpa e simples. Quase ingênua. Entretanto, está em ANight at The Opera a maior música do Queen; aquela que a elevou ao status de lenda do rock: ''Bohemian Rhapsody'', que mistura um piano lúgrube, solo de guitarra afiado e vocais operísticos que exigiram 180 overdubs e mais de 70 horas de estúdio para serem gravados. ''Não foi tudo gravado de uma vez. O Freddie vinha sempre com uma idéia diferente e dizia que queria colocar uns 'galileos' na música. A parte da ópera foi gravada em mais ou menos sete dias, nos quais se cantava de 10 a 12 horas diárias. Depois, havia todas as guitarras superpostas e foram mais dois dias. 'Bohemian Rhapsody' levou três semanas para ficar pronta.'', relembra o produtor Roy Thomas Baker.
A música de sete minutos composta por Freddie Mercury, um apaixonado por ópera e canto lírico que prometeu ''levar o balé as massas'', sobre um menino pobre condenado a morte depois de assasinar um homem com um tiro na cabeça tornou-se um clássico indiscutível da história do rock. Uma sinfonia impressionante e tão importante quanto qualquer uma já escrita por Beethoven ou Bach.
As colagens sonoras da voz de Mercury também aparecem na quase cacofônica ''Prophet's Song'', sobre os massacres aos índios durante a exploração do oeste americano.''Death On Two Legs (Dedicated To...)'', que o vocalista escreveu para o seu ex-manager Norman Sheffield também é pesada e raivosa. Em contraste, ''39''', ''Lazing On A Sunday Afternoon'' e ''Seaside Rendezvous'' são simples e doces.
Outro hit do álbum foi ''Love Of My Life'', que teve um sucesso maior na ámerica do sul. No show da banda no lendário Rock in Rio de 1985, foi cantada em uníssono por todos os presentes.300 mil pessoas.
News Of The World (1977)
Apesar de muitos associarem a fase pop do Queen aos anos 1980, com músicas como ''Radio Gaga'' e ''I Want to Break Free'', a banda começou a remodelar o seu som em 1977, com News Of The World. Para que se houvesse impacto mais imediato, a guitarra foi amansada e as canções presavam a melodia, como a batida sacolejante de ''Fight From Inside'', a sentida ''My Melancholy Blues'' e ''Spread Your Wings'', uma balada de refrão contagiante sobre liberdade e independência.
Mas a maior prova de que a sonoridade, o público alvo e os anceios mudaram são as duas primeiras faixas, as mais conhecidas da banda. Os hinos, criados por May e Mercury respectivamente, para fazer um estádio inteiro se unir e cantar junto: ''We Will Rock You'' e ''We Are The Champions''.
Entretanto, em News Of The World o Queen, ao adaptar seu som para um formato mais comercial e radiofônico, não perdeu sua integridade e qualidade, o que viria a acontecer mais tarde em discos como ''Hot Space''.
Marilyn Manson anunciou hoje o nome de seu novo álbum: Born Villain, sucessor de TheHigh End of Low, de 2009, último lançado pela Interscope Records. Este será o primeiro disco de Manson pelo selo Cooking Vinyl.
Ontem foi divulgado o clipe de da faixa título, com direção de Shia LaBeouf, protagonista da franquia de filmes Transformers. Clique para assistir.
en la comunicación
-
En la mayoría de las películas y programas de televisión, escenas que son de
naturaleza sexual a menudo muestran los jóvenes y de piel suaves "conseguir
qu...
Osibisa - Woyaya (1971)
-
A origem do Osibisa nos remete ao início da década de 1960, quando o
saxofonista ganês Teddy Osei mudou-se para Londres após receber uma bolsa
de estudos...